Hoje
- 8h10 Três ligações perguntando por protocolo
- 9h30 O memorando está com alguém — ninguém sabe quem
- 11h00 A servidora refaz um ofício: a versão certa se perdeu
- 14h20 O Tribunal pede o histórico de um processo de 2021
Do protocolo do cidadão ao arquivo definitivo, cada documento do seu órgão tem dono, prazo e história — e a resposta cabe em quinze segundos.
O mesmo dia, no mesmo setor. A diferença é saber onde as coisas estão.
Cada item abaixo tem teste automatizado ou verificação registrada. O que ainda depende de insumo do órgão está dito como tal.
62 funcionalidades atribuíveis a cargos criados pelo próprio órgão, com escopo por setor, unidade ou órgão e delegação temporária para férias. Um teste automatizado quebra a construção do sistema se alguma função escapar da tela de permissões.
Deduplicação por conteúdo, compressão dentro do arquivo e camadas de armazenamento dirigidas pela tabela de temporalidade. 60,4 % de economia medida em acervo de teste.
Trilha de auditoria encadeada por SHA-256, documento emitido imutável e verificação pública por código de 24 caracteres, sem exigir conta de quem confere.
O processo abre em menos de um segundo com 300 peças. A busca em 1 milhão de documentos responde em 27 ms no p95.
Banco, arquivos, busca e segredos separados fisicamente de qualquer outro cliente. Vazamento entre prefeituras deixa de ser risco para ser impossibilidade de arquitetura.
Central de Atendimento na raiz do endereço do órgão, com carta de serviços, abertura de protocolo, acompanhamento e resposta pelo cidadão.
Três momentos, um sistema só. O servidor não troca de tela para assinar, buscar ou responder ao cidadão.
Protocolo aberto pelo celular às dez da noite, ou pelo balcão às dez da manhã — e é o mesmo processo. Cada tipo de documento nasce com numeração sem lacuna, prazo e os campos que aquele órgão exige.
Despacho nominal, caixa do setor com o que vence primeiro, fluxos que o próprio órgão desenha. Quem está segurando aparece na tela antes de alguém precisar perguntar.
O assistente lê o documento inteiro e diz onde travou.Assinatura eletrônica por peça, com conferência pública. Busca no texto dentro dos PDFs. Temporalidade aplicada de verdade — o que tem de ser guardado por trinta anos fica trinta anos.
O assistente atravessa as duas primeiras etapas. Na produção, aponta o que ficou ambíguo ou sem fundamentação na minuta antes de ela sair. Na tramitação, lê o documento inteiro — inclusive o texto dentro dos PDFs — e diz onde ele travou e o que fazer, sempre com a peça de origem ao lado e sem decidir nada. O que a IA faz.
Metade do tempo de um processo é gasto pedindo o que faltou. Cada assunto tem o seu formulário, montado por quem entende dele — sem chamar a TI — e o sistema não aceita o envio enquanto o essencial estiver em branco.
Uma faixa por setor, como em qualquer diagrama de processo: quem olha sabe, sem ler uma palavra, por onde o processo passa e de quem é cada etapa. O desenho aconselha e registra o que fugiu dele. Quem barra o ato continua sendo a permissão e a assinatura — não o diagrama.
O relógio de cada fase reinicia quando ela começa. É o que mostra qual etapa atrasa, e não só que o processo atrasou.
A raia de uma etapa é o setor responsável por ela, que já é dado do rito. Desenhada à mão, ela poderia discordar do cadastro; deduzida, não tem como mentir.
O processo aberto na v1 do fluxo termina na v1. Mudar o rito no meio seria reescrever o edital com as propostas já entregues.
Ele lê o documento inteiro — inclusive o texto dentro dos PDFs — e responde com a peça de origem ao lado de cada afirmação.
3 documentos travados. A maior concentração está no Gabinete (2). O mais antigo parou há 6 dias e o prazo vence amanhã.
Apurado nas datas do sistema — sem passar por modelo nenhum.E quando a pergunta sai do que ele alcança, ele diz que não sabe — em vez de inventar uma resposta plausível.
Memorando, ofício ou processo: cinco motivos de travamento calculados sobre as datas do sistema, ordenados por gravidade — e cada linha diz a providência, não só o problema.
Parecer jurídico, empenho, disponibilidade orçamentária: o texto dentro do PDF entra na análise, com o nome do arquivo citado em cada achado.
O modelo roda dentro do perímetro do órgão. Nenhum despacho, anexo ou pergunta atravessa a porta — e sem IA configurada o sistema segue inteiro, só sem o assistente.
Banco, arquivos, busca e backup separados — e a IA roda do lado de dentro. Vazamento entre prefeituras deixa de ser risco para ser impossibilidade: não existe o lugar onde os dois acervos se encontrariam.
Fica em datacenter no Brasil. E se um dia você quiser sair, leva tudo: exportação completa, conferida por integridade, sem negociação e sem taxa.
Protocolo aberto pelo celular, com anexo, às dez da noite. Aviso a cada andamento. Resposta no mesmo lugar. O guichê continua aberto para quem precisa dele — e vazio para quem não precisa.
Cada ato fica amarrado a uma pessoa — e só a ela.
Senha com scrypt, segundo fator TOTP, refresh rotativo com detecção de reúso. Resposta de login indistinguível entre e-mail inexistente e senha errada.
O que aconteceu no processo fica registrado, e o registro não se reescreve.
Trilha append-only encadeada por SHA-256, com verificação que aponta a sequência exata em que a cadeia quebra. Nenhum caminho do código altera um evento registrado.
Se um dia trocar de fornecedor, você leva tudo. Sem negociação.
Exportação completa a qualquer momento, com conferência por hash. É a saída natural de quem migra de hospedado para dedicado, ou de fornecedor.
E a volta é ensaiada todo mês, não descoberta no dia do incidente.
Backup diário, cifrado, fora do host, com restauração ensaiada mensalmente e registrada. Imagens verificadas contra vulnerabilidades antes de publicar.
Vinte minutos, sem compromisso e sem instalar nada. Você escolhe o processo; nós mostramos como ele fica.