Lê os anexos, não só os despachos
PDF que nasce digital — parecer, empenho, disponibilidade orçamentária — tem camada de texto. O assistente lê essa camada direto, sem OCR e sem serviço externo, e cita o nome do arquivo em que achou cada coisa.
Memorando, ofício, circular, ata, protocolo do cidadão ou processo administrativo: o assistente abre em qualquer tipologia do órgão. Oito despachos e cinco anexos em três secretarias viram 15 segundos de leitura — sem abrir um único PDF.
Esta é a decisão que separa um assistente útil de um chute bem escrito. Onde o documento está, qual o prazo, por quais setores passou — nada disso passa por modelo nenhum: é aritmética sobre as datas do banco, e sai igual nas três vezes que você perguntar. Funciona até com o servidor de modelo fora do ar.
Ao modelo cabe o que só a leitura resolve: o que já foi apurado, o que falta, onde há divergência entre o que um despacho afirma e o que o anexo mostra. Cada achado vem com a peça ou o arquivo em que ele apareceu.
O painel abre junto com o sistema e responde antes de alguém perguntar: o que parou, onde a fila acumula e o que fazer a respeito. Cinco motivos, todos calculados sobre as datas do próprio sistema — prazo vencido, prazo a vencer, chegou e ninguém abriu, parado depois de recebido, e o mais silencioso de todos: seguindo sem prazo nenhum.
O mesmo documento despachado para quatro secretarias é um problema, não quatro: as linhas são agrupadas antes de contar. E cada item diz a providência, porque um painel que só acusa transfere o trabalho de pensar para quem já está sem tempo. Memorando, ofício e processo administrativo entram na mesma fila, ordenados por gravidade e não por tipo — o que trava o órgão é o mais grave, venha de onde vier.
Recorte igual ao da caixa: quem alcança o órgão vê o órgão, quem alcança o setor vê o setor. O painel nunca é porta lateral para o acervo alheio.
Em documento público, uma resposta convincente e errada é pior que nenhuma resposta. As regras abaixo existem para que isso não aconteça.
PDF que nasce digital — parecer, empenho, disponibilidade orçamentária — tem camada de texto. O assistente lê essa camada direto, sem OCR e sem serviço externo, e cita o nome do arquivo em que achou cada coisa.
Toda afirmação vem com a peça ou o anexo ao lado, clicável. Quem lê a análise confere a origem em um clique, e o que o modelo não achou em lugar nenhum ele declara como não encontrado.
O assistente consulta o documento pelas mesmas rotas da tela, com o seu token. Recorte de setor, sigilo, delegação e trilha de auditoria valem para ele exatamente como valem para você — sem uma regra nova para manter.
O histórico do assistente tem prazo de validade e expira sozinho. O que é peça oficial está no documento, assinado; o que foi conversa de apoio não fica encostado no acervo do órgão.
O endereço do modelo é uma configuração do órgão. Ele aponta para dentro do perímetro, e é só para lá que o texto do documento vai.
Modelo aberto rodando ao lado do sistema, sem custo por consulta e sem tráfego para fora. É o padrão de entrega.
Em operaçãoUma máquina só para isso, atendendo todas as instâncias do cliente. Modelo maior, resposta mais rápida, mesma fronteira de dado.
SuportadoQuando o órgão preferir, a mesma tela passa a falar com um provedor pago. A troca é de configuração — e a decisão, com o dado que ela implica, é do órgão.
PrevistoSem endereço de modelo configurado, o recurso simplesmente se declara indisponível e o sistema segue tramitando, assinando e buscando como sempre. A IA é um acréscimo ao produto, nunca uma dependência dele.
Ato administrativo tem competência, motivação e responsável. Nada disso é delegável a um modelo, e o sistema é construído para que não seja nem por engano.
Na demonstração guiada, a gente aponta o assistente para um documento real do seu município — do memorando ao processo de compra — e você lê a análise na hora.